Coleção de Arte, doação ao MNBA

Yedda e Augusto eram notórios colecionadores de arte moderna brasileira. Foram amigos de artistas e intelectuais: José Pancetti, Emiliano Di Cavalcanti e Lasar Segall, e intelectuais como Mário e Oswald de Andrade, todos integrantes da famosa Semana de Arte Moderna de 1922.

Ao longo dos anos, o casal formou uma coleção com importante núcleo modernista e deste, cabe ressaltar a extraordinária coleção de litografias de Lasar Segall do raríssimo álbum “Recordações de Vilna”, da década de 1910; a coleção de pintura, desenhos e gravuras de Candido Portinari; os desenhos e gravuras de Marcelo Grassmann do melhor período da produção do artista; os desenhos e gravuras de Oswaldo Goeldi; as pinturas do pernambucano Lula Cardoso Ayres; as pinturas do gaúcho Carlos Scliar; as pinturas de Maria Leontina, Emeric Marcier e Thomaz Santa Rosa; as esculturas de Bruno Giorgi, entre outros. A Coleção foi composta também, de uma pequena representação de arte estrangeira, com importantes gravuras e desenhos de Henri Matisse e Jean Cocteau.

Yedda e Augusto eram notórios colecionadores de arte moderna brasileira. Foram amigos de artistas e intelectuais: José Pancetti, Emiliano Di Cavalcanti e Lasar Segall, e intelectuais como Mário e Oswald de Andrade, todos integrantes da famosa Semana de Arte Moderna de 1922.

Ao longo dos anos, o casal formou uma coleção com importante núcleo modernista e deste, cabe ressaltar a extraordinária coleção de litografias de Lasar Segall do raríssimo álbum “Recordações de Vilna”, da década de 1910; a coleção de pintura, desenhos e gravuras de Candido Portinari; os desenhos e gravuras de Marcelo Grassmann do melhor período da produção do artista; os desenhos e gravuras de Oswaldo Goeldi; as pinturas do pernambucano Lula Cardoso Ayres; as pinturas do gaúcho Carlos Scliar; as pinturas de Maria Leontina, Emeric Marcier e Thomaz Santa Rosa; as esculturas de Bruno Giorgi, entre outros. A Coleção foi composta também, de uma pequena representação de arte estrangeira, com importantes gravuras e desenhos de Henri Matisse e Jean Cocteau.

Ao acervo, integrou ainda, uma coleção de imaginária brasileira e estrangeira dos séculos XIX e XX.

O que conferiu notabilidade ao conjunto reunido por Yedda e Schmidt, além da extraordinária qualidade das obras, foi a sua procedência, pois, a grande maioria veio do ateliê dos artistas, uma raridade em termos de formação de coleção. As obras, sem dúvida, expressaram o extraordinário bom gosto do casal de colecionadores.

Em 2009, objetivando a preservação e promoção do acervo – com autorização do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro -, a Fundação Yedda & Schmidt doou o acervo artístico ao Museu Nacional de Belas Artes – MNBA, localizado no Rio de Janeiro, a doação passou a integrar o conjunto de obras da referida instituição. A gestão e exposição do acervo, desde então, são da responsabilidade do MNBA.

–Texto de Max Perlingeiro, Diretor de Pinacoteca Cultural Rio de Janeiro, em 07 de dezembro de 2007, editado para o site da Fundação Yedda & Augusto Frederico Schmidt, em 03 de agosto de 2018.