Depois de uma bem-sucedida temporada em Niterói no ano passado, “Como aprendi a sonhar em bits”, do indicado ao Prêmio PIPA 2012 Danilo Ribeiro, voltou ao Rio de Janeiro. Ocupando agora o Centro Cultural dos Correios, a individual combina dois meios a princípio contraditórios: pintura e videogame.

Exposição “Como aprendi a sonhar em bits”

Dezesseis telas de grandes proporções, estudos e dípticos formam, assim, “Como aprendi a sonhar em bits”. Com curadoria de Marlon Silli, primeiro professor de artes do artista, as obras citam de Castlevania à Resident Evil.

Os games estão, aliás, presentes no trabalho de Ribeiro desde o início. Seja como referência estética, como em “Survival Horror Game” ou “Side-Scrolling Game”, ou como objeto pictórico, caso de “Natureza Morta com Playstation 2”, eles foram uma das grandes razões que o levaram a iniciar uma carreira como artista plástico. “Eu quis buscar no videogame o que seria aquilo que seria incorporado à nossa geração, ao repertório de imagens”, explica na entrevista exclusiva que concedeu ao Prêmio PIPA 2012.

 

“Como aprendi a sonhar em bits”, individual de Danilo Ribeiro

Curadoria de Marlon Silli

Até 06 de agosto de 2017

Centro Cultural dos Correios Rio de Janeiro

Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro

Funcionamento: ter – dom, 12h às 19h

T: (21) 2253-15